Dieta Enteral: quando e como?

Quando a alimentação pela boca é insuficiente ou impossível de ser realizada, as necessidades nutricionais do indivíduo podem ser supridas através da nutrição enteral, ou seja, uma alternativa para a ingestão de alimentos e pode ser feita através de uma sonda posicionada ou implantada no estômago, no duodeno ou no jejuno. Os alimentos ofertados se encontram na forma líquida ou em pó e contêm o mesmo valor nutricional (proteínas, gorduras, carboidratos, vitaminas e minerais) que uma alimentação via oral.

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A Nutrição Enteral pode ser preparada de forma caseira ou industrialmente:

Caseira ou in natura: dieta preparada à base de alimentos na sua forma original (in natura) como: carne ou frango, legumes, frutas, cereais, óleos, etc. Este tipo de dieta precisa ser bem preparada, triturando bem os alimentos e diluindo-os em líquidos (água ou suco)  para não entupir  a  sonda nasoenteral. Neste processo ocorrem perdas de nutrientes e maior risco de contaminação por microorganismos. Esta dieta  é mais comumente utilizada em pacientes com gastrostomias  

Industrializada em pó: é uma dieta pronta, completa em nutrientes e balanceada, onde há menores chances de contaminação. Porém, a mesma necessita de reconstituição ou diluição em água; 

Industrializada líquida em Sistema Aberto: prontas para uso, devendo ser envasada em um frasco plástico (descartável); Risco de contaminação reduzido.

Industrializada líquida em Sistema Fechado: dieta pronta para uso, sendo necessário somente conectar o equipo diretamente no frasco da dieta. Apresentação livre de risco de contaminação

Seu nutricionista ou médico indicará qual a melhor alimentação enteral para o seu caso.

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