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Rumo a um conceito mais compreensível para os prebióticos

 

Em 1995, se acreditava que os Prebióticos eram compostos somente pelos Frutooligossacarídeos (FOS) e que os benefícios eram somente para o Cólon. Na época, tínhamos como conceito de Prebiótico um ingrediente alimentar não digerível, que estimulava seletivamente a atividade de um número limitado de bactérias no cólon.

Já em 2008, passaram a conceituar os Prebióticos como um componente alimentar não viável que proporcionava benefício à saúde do hospedeiro associado à modulação da microbiota. Nesse ano já incluíram como exemplos de Prebióticos a  Inulina, FOS, GOS, SOS, XOS, IMO, lactulose, pirodextrinas, fibras alimentares, amidos resistentes e outros oligossacarídeos não digeríveis.

Em 2015 descobriram que os benefícios do uso dos Prebioticos não eram encontrados somente no Cólon e sim também no Intestino Grosso e no Intestino Delgado. E no mesmo ano começaram a aparecer as pectinas e os amidos resistentes, e a incluir como exemplos de Prebióticos, os grãos na sua integralidade. 

Para o “The International Scientific Association for Probiotics and Prebiotics (ISAPP)” para um alimento/ componente  ser considerado um Prebiótico tem que demonstrar um efeito benéfico no hospedeiro. Atualmente, já podemos dizer que comer comida de verdade é um dos melhores Prebióticos que conhecemos. 

 

Fonte: Towards a more comprehensive concept for Prebiotics