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Cuidados que devemos ter na ceia de Natal!

Com a chegada das festas de fim de ano os cozinheiros e cozinheiras de plantão já estão se preparando para surpreender toda a família na hora da ceia de natal. 

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Porém, devem ficar atentos. Os cuidados começam na hora de comprar os ingredientes, é preciso estar atento com a embalagem do produto, que não pode estar danificada, sem refrigeração (no caso dos alimentos perecíveis), nem com a data de validade vencida.

 Outro cuidado é, no caso de compras em supermercados, deixar a carne como último produto a ser colocado no carrinho, para que fique o menor tempo possível fora da refrigeração. 

Além da carne, outros produtos da ceia de natal exigem atenção na hora da compra e do preparo para evitar danos à saúde. Um exemplo é a maionese. A Vigilância Sanitária tem como orientação evitar a maionese caseira. O frango desfiado, usado no salpicão, também não é bem visto por ser um produto muito manipulado. Esses dois alimentos, por exemplo, apresentam grande risco de contaminação.

 Os ovos crus ou mal preparados se transformam em uma grande fonte de contaminação por meio da bactéria conhecida como Salmonela, que causa a salmonelose, uma infecção intestinal.

 Por último, na hora de servir a ceia para a família, a dica é sempre colocar pouca quantidade à mesa, e ir repondo aos poucos para que os alimentos não se deteriorem.

 

Tendo alguns cuidados a mais no seu Natal, sua ceia ficará mais segura!

Tipos de sal e suas diferenças

O sal (cloreto de sódio) faz parte da alimentação da população do mundo inteiro e desde que sejam consumidas as quantidades recomendadas por dia, exerce função importante para a saúde.

 

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Abaixo seguem alguns tipos de sal existentes:

➙ Sal refinado: é o mais utilizado pela população. Passa por processamento, para retirada de impurezas, assim ocorre redução dos minerais. Possui uma textura mais fina;

➙ Sal grosso: não passa pelo processo de refinamento e por esse motivo evita o ressecamento dos alimentos;

➙ Sal líquido: a sua obtenção é feita a partir da dissolução em água mineral, de um sal de com alto grau de pureza, livre de aditivos, possui sabor suave e sem alterações de características;

➙ Sal light: possui teor reduzido de sódio (50% de cloreto de sódio e 50% de cloreto de potássio). É indicado para pessoas que tem restrição ao consumo de sódio. Entretanto as pessoas com doenças renais não devem consumi-lo, pois esse tipo de sal possui mais potássio.

➙ Sal marinho: é raspado manualmente da superfície de lagos de evaporação, por esse motivo é mais caro que o sal refinado. Não é muito processado, o que preserva os sais minerais. 

➙ Sal do Havaí: tem uma cor rosa avermelhada, em função da presença de uma argila havaiana denominada Alaea, é rica em dióxido de ferro;

➙ Sal negro: é originário da Índia. Não é refinado e devido aos compostos de enxofre, apresenta um sabor sulfuroso. A coloração é cinza rosada e possui também cloreto de sódio, cloreto de potássio e ferro;

➙ Flor de sal: contém mais sódio que o sal refinado (10% a mais). Na sua elaboração são utilizados apenas alguns cristais retirados da camada superficial das salinas.

➙ Sal do Himalaia: é extraído no Himalaia. Possui mais de 80 minerais, dentre eles: o cálcio, magnésio, potássio, cobre e ferro. Devido à essa presença de minerais, os cristais de sal possuem sabor suave e coloração rosada;

➙ Sal Kosher: pelo fato de remover rapidamente o sangue das carnes, é utilizado para preparar carnes kosher. A dissolução não é tão rápida quanto o sal refinado e ele não é acrescido de iodo.

 

Respeite a quantidade de sódio recomendada por seu Nutricionista!

Dieta Enteral: quando e como?

Quando a alimentação pela boca é insuficiente ou impossível de ser realizada, as necessidades nutricionais do indivíduo podem ser supridas através da nutrição enteral, ou seja, uma alternativa para a ingestão de alimentos e pode ser feita através de uma sonda posicionada ou implantada no estômago, no duodeno ou no jejuno. Os alimentos ofertados se encontram na forma líquida ou em pó e contêm o mesmo valor nutricional (proteínas, gorduras, carboidratos, vitaminas e minerais) que uma alimentação via oral.

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A Nutrição Enteral pode ser preparada de forma caseira ou industrialmente:

Caseira ou in natura: dieta preparada à base de alimentos na sua forma original (in natura) como: carne ou frango, legumes, frutas, cereais, óleos, etc. Este tipo de dieta precisa ser bem preparada, triturando bem os alimentos e diluindo-os em líquidos (água ou suco)  para não entupir  a  sonda nasoenteral. Neste processo ocorrem perdas de nutrientes e maior risco de contaminação por microorganismos. Esta dieta  é mais comumente utilizada em pacientes com gastrostomias  

Industrializada em pó: é uma dieta pronta, completa em nutrientes e balanceada, onde há menores chances de contaminação. Porém, a mesma necessita de reconstituição ou diluição em água; 

Industrializada líquida em Sistema Aberto: prontas para uso, devendo ser envasada em um frasco plástico (descartável); Risco de contaminação reduzido.

Industrializada líquida em Sistema Fechado: dieta pronta para uso, sendo necessário somente conectar o equipo diretamente no frasco da dieta. Apresentação livre de risco de contaminação

Seu nutricionista ou médico indicará qual a melhor alimentação enteral para o seu caso.